End It

End It

No interior do interior de uma cidadezinha baiana, ele recebeu tratamento de um escravo. Bebeu água suja, comeu restos de comida e adoeceu. Com dores fortes espalhadas pelo corpo, ele levanta, arruma suas coisas e caminha quilômetros sem fim até à cidade. O fundo musical que embalava o ritmo de sua caminhada dizia: “Você é precioso, mais raro que o ouro puro de Ofir/Não chore se o mundo ainda não notou/Já é o bastante Deus reconhecer o seu valor”. (Raridade, de Anderson Freire)

Chega à casa do pastor da cidade, pedindo abrigo, ajuda, uma oração. Seu rosto retorcido pela dor. O desespero havia tomado conta de seu ser. Um banho frio o relaxou. A fome era tanta que comeu tudo o que lhe deram. Bebeu litros de água. As dores, entretanto, continuavam. Foi levado ao Posto de Saúde da cidade. Tomou paliativo e foi encaminhado ao Hospital Regional pela ambulância cedida.

Esta história é real. Ele é negro, ex-dependente químico, as circunstâncias o deixaram com aspecto de louco, foi escravizado e sua doença o fez assinar sua Lei Áurea.

O Movimento End It, dia 27 de fevereiro, lançou uma campanha de conscientização sobre a escravidão. Muitas celebridades participaram.

Nossa função como cristãos é realmente lançar luz, orar e agir com amor nesse mundo tenebroso.

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