Promoção #EnaCarenMeDesenha

Já falei aqui sobre minha ilustradora da capa do blog, Ena Caren. E a partir de hoje, 1º de março, ela lançou uma promo impossível de ficar de fora. Se você enviar sua foto pra ela, você terá um desenho  seu personalizado e exclusivo. Acreditam que enviei minha foto de novo para ela? Sou fã. 🙂

Para participar precisa ler as regras e pagar o valor promocional.

Dá uma olhada no estilo de desenho da garota:

Corre e envia seu e-mail com sua foto, porque a promoção é por tempo limitado.

Olha como ficou meu desenho:

Me apaixonei!!! #enacarenmedesenha Incrível! @enacaren

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Ena Caren, minha ilustradora

lisland-x-lis-daiane

A artista plástica Ena Caren, foi quem me presenteou com esta obra de arte que é a ilustração LisLand. Ela usou técnica mista de desenho à mão e desenho digital.

E no dia 31 de outubro, de 2016, ela inaugurou a Loja Ena Caren, para vender suas obras preferidas. Ela reuniu aquarelas, ilustrações e pinturas em telas.

Selecionei minhas obras preferidas:

AQUARELA Aquarela Maçãs e Torradas
ILUSTRAÇÃO Graça
PINTURA EM TELA Ilha

Quer escolher a sua preferida? Corre lá → www.enacaren.com

❤ Mulheres Apaixonadas ❤

Ena Caren LisLandPara as apaixonadas pela obra de Jane Austen – ou pelo Sr. Darcy – a artista plástica, Ena Caren, criou quadros inspirados no livro de Jane Austen “Orgulho e Preconceito”. Para montar suas obras ela primeiro fez uma pesquisa com mulheres solteiras, de várias idades, perguntando quais impressões tiveram sobre 40 frases selecionadas do livro. Então retratou os dilemas comuns das mulheres modernas e vitorianas. Os quadros tiveram como título as frases inspiradoras e foram expostos na Galeria Cañizares.

Título: Você não deve se deixar levar pela sua imaginação. Você tem bom senso e todos nós esperamos que o utilize. (AUSTEN, Jane. Orgulho e Preconceito, pág. 133) Autor: Ena Caren Técnica: Mista Dimensões: 40x50cm Ano: 2013

Título: Você não deve se deixar levar pela sua imaginação. Você tem bom senso e todos nós esperamos que o utilize. (AUSTEN, Jane. Orgulho e Preconceito, pág. 133)|Autor: Ena Caren|Técnica: Mista|Dimensões: 40x50cm|Ano: 2013

Ena Caren 5

Título: “Vamos ver primeiro como ele me trata”, disse ela para si mesma. “Antes disso não convém ter esperanças”. (AUSTEN, Jane. Orgulho e Preconceito, pág. 289)|Autor: Ena Caren|Técnica: Mista|Dimensões: 40x50cm|Ano: 2013

Ena Caren 3

“Se tem medo de mim, por que veio aqui? Se ele não gosta mais de mim, por que é que fica silencioso? Que homem misterioso! Não pensarei mais nele.” (AUSTEN, Jane. Orgulho e Preconceito, pág. 293)|Autor: Ena Caren|Técnica: Mista|Dimensões: 40x50cm|Ano: 2013

Ena Caren 4

Título: Ficou desapontada e zangada consigo mesma por ter cedido aquele sentimento. (AUSTEN, Jane. Orgulho e Preconceito, pág. 290)|Autor: Ena Caren|Técnica: Mista|Dimensões: 40x50cm|Ano: 2013

Foi interessante constatar que alguns rapazes também se identificaram com Jane Austen.Cañizares Oficial

Nesse vídeo você vai ter uma ideia de como foi lá, dou um breve depoimento e a música – é claro – foi tirada do baile que acontece no filme “Orgulho e Preconceito” 2005 (a trilha sonora desse filme é incrível!).

Um pouco sobre Jane Austen

Ela utiliza muito a ironia para criticar as prioridades das pessoas de sua época, arrazoa com muita maturidade sobre a adequação dos sentimentos e valoriza a instituição chamada casamento, em seus romances só a morte separa um casal.orgueil-et-prejuges-2005-34-g

Abaixo copiei as frases que foram utilizadas na pesquisa, você certamente irá encontrar uma que se encaixe com algum sentimento/pensamento que já teve ou que tem:

—Quando ela tiver certeza do amor dele, haverá tempo bastante para se apaixonar tanto quanto ela o deseja.

Ele começou a querer conhecê-la mais intimamente e, para conseguir conversar pessoalmente com Elizabeth, começou a interessar-se pela conversa dela com os outros.

Em seguida sentou-se a seu lado e conversou quase que exclusivamente com ela.

Ela o atraía mais do que ele desejava. Resolveu ajuizadamente mostrar-se mais cuidadoso e esconder os seus sentimentos. Não queria dar nenhuma esperança a Elizabeth.

— O que uma moça mais aprecia é um desgosto amoroso de vez em quando. É uma coisa que dá o que pensar e lhe confere uma espécie de distinção entre as companheiras.

— A mim sempre me disseram que a poesia é o alimento do amor.
— De um amor sincero,sólido, sadio, pode ser. Tudo serve de alimento ao que já tem força. Mas, quando se trata de uma ligeira e fraca inclinação, estou convencida de que um bom soneto é suficiente para fazê-la morrer de inanição.

— Você não deve se deixar levar pela sua imaginação. Você tem bom senso e todos nós esperamos que o utilize.

Ficou desapontada e depois zangada consigo mesma por ter cedido àquele sentimento.

Elizabeth olhou para Darcy, para ver como ele reagiria; mas nem naquele momento, nem em outra qualquer ocasião pôde discernir qualquer sintoma de amor.

— Estou convencida agora, minha cara tia, de que nunca me apaixonei realmente. Pois, se eu tivesse experimentado essa paixão pura e elevada, detestaria agora a simples menção de seu nome.

— Qual pode ser a significação dessa visita? – disse Charlotte, depois que ele partiu. — Minha cara Eliza, ele deve estar apaixonado por você. Senão ele nunca nos teria visitado dessa forma pouco cerimoniosa.

Ele decerto olhava bastante para a sua amiga, mas a expressão daquele olhar era duvidosa.

Uma ou duas vezes sugerira a Elizabeth a possibilidade de Mr. Darcy se achar interessado por ela, mas Elizabeth sempre ria de semelhante ideia.

Mas era evidente que o rapaz tinha por ela uma fervorosa admiração.

O seu coração fora apenas ligeiramente afetado.

Mais de uma vez, durante os seus passeios pelo parque, Elizabeth teve a surpresa de se encontrar com Mr. Darcy. Ela percebeu a perversidade do acaso, que o trazia onde ninguém mais costumava aparecer.

Seu coração lhe dizia que fora unicamente por sua causa.

Aí, logo depois que o visitante partiu, ela se trancou no quarto para pensar sem interrupção em tudo o que tinha ouvido.

“Vamos ver primeiro como ele me trata”, disse ela para si mesma. “Antes disso não convém ter esperanças.”

Mas a vaidade, não o amor, foi a minha loucura!

Imediatamente lhe ocorreu a possibilidade de encontrar Mr. Darcy enquanto visitava o lugar. A simples ideia a fazia corar.

Seus olhos se encontraram imediatamente. E ambos coraram de um modo intenso.

Mas Elizabeth, inteiramente absorta em seus pensamentos, não ouviu uma só palavra.

Ansiava por saber o que lhe passava pela mente naquele momento, de que maneira ele pensava nela, e se apesar de tudo ainda lhe era querida.

Continuaram a caminhar em silêncio, ambos mergulhados nas suas reflexões. Numa ocasião como aquela, muitas coisas podiam ser ditas e o silêncio era embaraçoso.

Ela mesma ficou espantada com o seu nervosismo.

E, embora as horas lhe parecessem difíceis de passar, não foram suficientes para que chegasse a uma conclusão acerca dos seus sentimentos.

A reputação não é menos frágil do que a beleza.

— O fato é que você estava farto de amabilidades, deferências e atenções. Sentia-se enojado com as mulheres que falavam, agiam e pensavam com o único intuito de conquistá-lo. Despertei a sua atenção porque era tão diferente delas.

“Se tem medo de mim, por que veio aqui? Se ele não gosta mais de mim, por que é que fica silencioso? Que homem misterioso! Não pensarei mais nele.”

Elizabeth o acompanhou com os olhos, invejando todas as pessoas com quem ele falava.

Não tenho a menor dúvida de que vocês se darão muito bem. Seus gênios são bastante semelhantes.

 

Eu me lembro de quando ele chegou aqui no ano passado, logo vi que era provável que vocês se dessem bem.

Jamais sentira tamanha dificuldade em esconder os seus sentimentos. Era necessário rir e ela teria preferido chorar.

Se Elizabeth tivesse podido levantar os olhos, teria visto que a felicidade de Darcy se refletia no rosto.

— Podia ter conversado comigo quando veio jantar.
— Um homem menos apaixonado o teria feito.

Mas estes jovens violentamente apaixonados fazem tudo de acordo com a sua vontade.

Se os seus sentimentos são ainda os mesmos que manifestou em abril passado, diga-o imediatamente.

E é preciso que aprenda um pouco da minha filosofia. Lembre-se apenas daquilo que lhe causa prazer.

A imaginação das mulheres é muito veloz. Salta da admiração para o amor. Do amor para o casamento, num instante.

Já notei que temos grandes semelhanças de espírito. Ambos somos de feitio antissocial, taciturno, e não gostamos de falar senão para dizer alguma coisa capaz de causar assombro a toda a sala e ser transmitida à posteridade com o brilho de um provérbio.

Filhas de Jerusalém, não acordeis, nem desperteis o amor até que este o queira. Ct 2:7