MULHERES COMO EU: Abigail

Esse 9º estudo é sobre Abigail e faz parte da série “Mulheres Como Eu”, um estudo sobre 24 mulheres da Bíblia idealizado por Karina Barber. Para mais informação de como participar desse estudo acesse o site do Cafezinho da Tarde.

📖 Texto bíblico:

1 Samuel 25:3-43; 27:3; 30:5,18

Questionário

1. História de Abigail

Abigail era uma jovem senhora, casada com um homem rico, mas ímpio. Nabal era judeu, como Davi, de clãs diferentes. Quando Nabal precisou de ajuda, Davi o protegeu. Mas, quando Davi precisou de alimento, Nabal negou e destratou a Davi e seus mensageiros. Somente por causa da ação de Abigail, que Nabal e toda a sua casa não caíram pela espada de Davi. Ao saber do que Nabal havia feito, Abigail pegou do melhor alimento e presenteou a Davi, junto com um pedido de perdão. Davi aceitou o presente e perdoou a Nabal. Quando Abigail voltou, esperou o dia seguinte, quando Nabal estava sóbrio, para contar como impedira a vingança de Davi. Nabal morreu 10 dias depois e Davi tomou Abigail como esposa. Davi e Abigail tiveram 1 filho.

2. Local em que Abigail morou na época e o país na atualidade

Carmelo, em Israel; peregrinações no deserto de Israel; Hebrom e Jerusalém, em Israel.

3. Significado do nome de Abigail

“Pai da alegria” ou “Exultação”

4. Vida cotidiana de Abigail

• Papel nas Escrituras: Salvadora da sua casa e de Davi, ao impedir mortes por mão humana.

• Posição Social: Ela era uma rica senhora, que, com humildade, foi elevada ao posto de esposa do rei Davi.

• Tarefas Diárias: Cuidava da sua casa como senhora, educou o seu filho, foi capaz de adaptar-se a diferentes lugares e situações até ter morada fixa no palácio em Jerusalém.

5. Relacionamentos de Abigail

DEUS: Abigail tinha um relacionamento de

ESPOSO: Nabal, um israelita que não temia a Deus; Davi, fugitivo, depois instituído rei de todo o Israel.

FILHO: Daniel, chamado também de Quileabe, cujo pai era o rei Davi

PESSOAS ENVOLVIDAS: Servos.

6. Testemunho de Abigail para mim:

Abigail salvou sua casa, como também sua própria vida, de serem mortos pela atitude néscia de um homem que não temia a Deus. Devo pedir a Deus sabedoria, coragem, fé e humildade, para saber salvar vidas da morte.

7. Virtudes de Abigail:

  • Sabedoria

  • Humildade

  • Heroísmo

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BÍBLIA DE ESTUDO DA MULHER DE FÉ: Nova Versão Internacional. Editora Geral: Jean E. Syswerda. Tradução: Cecília Eller. São Paulo: Editora Vida, 2014.

CHAMPLIN, Russell Norman. DICIONÁRIO A-Z. São Paulo: Hagnos, 2001. Vol. 6.

CHAMPLIN, Russell Norman. O ANTIGO TESTAMENTO INTERPRETADO: VERSÍCULO POR VERSÍCULO: 1 Samuel. São Paulo: Hagnos, 2001. Vol 2.

MULHERES COMO EU: Débora

Esse 8º estudo sobre Débora faz parte da série “Mulheres Como Eu”, um estudo sobre 24 mulheres da Bíblia idealizado por Karina Barber. Para mais informação de como participar desse estudo acesse o site do Cafezinho da Tarde.

📖 Versículos selecionados:

Juízes 4:4-23; 5:1-31

Esses dois capítulos narram a história de como a única juíza de Israel foi usada por Deus para dar livramento a Israel. O povo de Israel vivia um ciclo que Champlin (2001) chama de “apostasia, opressão, oração e livramento”. O povo se afastou de Deus, por isso, Deus enviou os cananeus para perturbá-los, os israelitas se voltaram a Deus novamente e receberam o livramento de uma forma inabitual. Uma mulher, que era a juíza e profetisa, foi à guerra junto com o capitão Baraque, e, outra mulher, Jael, foi quem conseguiu matar o capitão do exército inimigo, Sísera.

O capítulo 5 contém a composição da música de vitória entoada por Débora e Baraque. Eles louvaram a Deus e narraram parte da guerra, como também o livramento. F. Duane Lindsey (in Champlin, 2001) encontrou 5 seções que caracterizam essa canção:

1. O cabeçalho do hino (v. 1);

2. O louvor proferido por Débora (v. 2-11);

3. A convocação das tribos (v. 12-18);

4. A derrota dos cananeus (v. 19-30);

5. A oração final de maldição e de bênção (v. 31-32).

Questionário

1. História de Débora

Champlin (2001) assinala que Débora pode ter pertencido à tribo de Efraim ou à tribo de Issacar (Jz 5.15). Ela era casada com Lapidote, habitava debaixo de palmeiras, que ficou conhecida como “As Palmeiras de Débora”, local em que o povo a encontrava para ouvir os oráculos de Deus. Débora era juíza e também profetisa. Quando os cananeus atacaram o norte de Israel, Débora recebeu a ordem de Deus para buscar Baraque, um homem da tribo de Naftali, para combater os inimigos. Baraque vai com uma condição: se Débora o acompanhasse. Apesar de saber que a honra da vitória seria de uma mulher, Baraque só vai à luta na companhia da mãe de Israel, Débora. Antes da batalha, Débora dá uma palavra de encorajamento da parte de Deus a Baraque e a guerra se inicia com favorecimento do povo de Israel, pois o terreno argiloso e molhado (margens do ribeiro de Quisom) e as fortes chuvas atolaram os 900 carros de ferro dos cananeus (Jz 4:3). Sísera, o capitão do exército do rei Jabim, fugiu e refugiou-se na casa de Héber, onde estava Jael, mulher aliada ao povo de Deus. Jael tratou Sísera muito bem, esperou ele dormir e o matou. Débora cantou a vitória de Jael e a forma como Deus havia trabalhado para dar vitória ao seu povo. Depois dessa vitória, Israel teve paz por 40 anos.

2. Local em que Débora morou na época e o país na atualidade

As Palmeiras de Débora, ficava entre Ramá e Betel, hoje esses locais correspondem à Er-Ram, que se localiza a 8 km ao norte de Jerusalém, e Beitin, a cerca de 17 km ao norte de Jerusalém.

3. Significado do nome de Débora

“Abelha”

4. Vida cotidiana de Débora

• Papel nas Escrituras: Profetisa, esposa de Lapidote, juíza (Jz 4:4) e mãe em Israel (Jz 5:7). Além disso, ela também foi à guerra, ainda que não fo para pegar em armas, mas para dar o apoio que Baraque precisava.

• Posição Social: Líder política e espiritual.

• Tarefas Diárias: Diariamente, Débora separava de seu tempo de doméstica, para sentar-se às sombras das palmeiras, próximas a sua casa, para atender o povo de Israel transmitindo os oráculos de Deus. De forma atípica, ela viu uma guerra de perto e o grande livramento que Deus deu a Israel.

5. Relacionamentos de Débora

DEUS: Débora era uma mulher de fé, que transmitia todas as palavras de Deus ao povo, de modo que a vontade de Deus era cumprida.

ESPOSO: Lapidote.

PESSOAS ENVOLVIDAS: Povo de Israel, Baraque, soldados cananeus, Sísera, Jael.

6. Testemunho de Débora para mim:

Uma mulher temente a Deus que não temia circunstâncias adversas, nem homens cruéis.

As verdades divinas eram transmitidas e seguidas à risca por ela.

O sentimento de ser de Deus ultrapassava o sentimento nacionalista.

7. Virtudes de Débora:

  • Coragem

  • Temor a Deus

  • Alegria

  • Liderança

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BÍBLIA DE ESTUDO DA MULHER DE FÉ: Nova Versão Internacional. Editora Geral: Jean E. Syswerda. Tradução: Cecília Eller. São Paulo: Editora Vida, 2014.

CHAMPLIN, Russell Norman. DICIONÁRIO A-Z. São Paulo: Hagnos, 2001. Vol. 6.

CHAMPLIN, Russell Norman. O ANTIGO TESTAMENTO INTERPRETADO: VERSÍCULO POR VERSÍCULO: Juízes. São Paulo: Hagnos, 2001. Vol 2.

MULHERES COMO EU: Ester

Esse 7º estudo sobre Ester faz parte da série “Mulheres Como Eu”, um estudo sobre 24 mulheres da Bíblia idealizado por Karina Barber. Para mais informação de como participar desse estudo acesse o site do Cafezinho da Tarde.

📖 Livro selecionado: Ester

Capítulo 1 → O primeiro capítulo descreve a grandeza do líder, Xerxes, e do Império Medo Persa. O imperador estava há 180 dias comemorando seu 3º ano de reinado com líderes militares, príncipes e nobres da Pérsia e da Média; mais 7 dias de comemoração foi acrescentado no jardim interno do palácio a todas as pessoas em Susã. A rainha Vasti também deu um banquete às mulheres, ela é descrita como “muito bonita” (Et 1:11). O rei enviou seus 7 oficiais para que ela apresentasse sua beleza aos nobres, mas ela recusou. Reunidos os 7 nobres sábios da Medo Persa, o rei, que estava com grande indignação, ouviu o conselho sobre como deveria agir pela conduta, ou comportamento, da rainha Vasti. A rainha Vasti desobedeceu publicamente a uma ordem do rei, essa sua escolha foi interpretada como um grave mau exemplo de desrespeito e discórdia para as mulheres casadas do império. Memucã aconselhou o rei de emitir um decreto com 2 determinações, que serviria de exemplo para todas as mulheres do Império Medo-Pérsia, cujo objetivo era proclamar “que todo homem deveria mandar em sua própria casa” (Et 1:22):

  1. A rainha Vasti seria impedida de comparecer à presença do rei para sempre;

  2. Vasti seria destituída e substituída do cargo de rainha.

Capítulo 2 → Quando o rei Xerxes sentiu falta de Vasti, o plano de achar uma substituta foi posto em execução. Belas virgens foram recrutadas para o harém do rei em Susã, aos cuidados de Hegai, para que 1 fosse escolhida a nova rainha. Dentre elas, Hadassa, também chamada de Ester, foi escolhida. A Bíblia a descreve como “atraente e muito bonita”. Mardoqueu, um benjamita, primo de Ester, a tomou como filha depois que ela se tornou órfã de pai e mãe, ele a proibiu de revelar sua identidade e a acompanhou de perto em todo o processo. Hegai ao vê-la providenciou o tratamento de beleza, comida especial, 7 moças e o melhor lugar no harém.

As moças passavam primeiro por um tratamento de beleza que durava 1 ano, quando era escolhida pelo rei era encaminhada ao palácio à tarde, e pela manhã passava para a parte do harém onde ficavam as concubinas do rei, aos cuidados de Saasgaz. A concubina só voltava ao palácio se o rei a chamasse pelo nome. Ester passou por todo esse processo e foi honrada e favorecida da seguinte maneira:

  1. Ester ganhou o favor e aprovação do rei;

  2. Ester foi escolhida como rainha em lugar de Vasti, ganhou uma coroa real e no banquete em sua homenagem todos os nobres e oficiais;

  3. O dia da coroação de Ester foi declarado feriado e todas as províncias receberam presentes.

Mardoqueu descobriu uma conspiração contra o rei e delatou à rainha Ester. O caso foi investigado, comprovado e os traidores punidos.

Capítulo 3 → Esse capítulo introduz Hamã, o inimigo de Mardoqueu e dos judeus. Um plano é traçado para a destruição dos judeus, a sorte do Pur foi lançada para o dia da morte dos judeus, o acordo foi selado com 350 toneladas de prata para o cofre real, que foi celebrado pelo rei Xerxes.

Capítulo 4 → Quando Mardoqueu foi informado do acordo de extermínio aos judeus, ele assumiu posição de humilhação e se dirigiu ao palácio. Os oficiais do reino e servas da rainha Ester fizeram a comunicação entre ela e Mardoqueu. A rainha foi informada do acordo de extermínio e após as palavras persuasivas de Mardoqueu, decidiu proclamar um jejum de 3 dias e 3 noites antes de comparecer à presença do rei para interceder pelo seu povo.

Capítulo 5 → Após os 3 dias de jejum, Ester se apresenta no salão do rei com as vestes reais. O rei muito solícito estende o cetro para ela e atende sua petição de se fazer presente no banquete com Hamã. No banquete, Ester aguça a curiosidade do rei e marca um novo banquete no dia seguinte. Hamã se exalta diante de sua esposa, Zeres, de seus filhos e de amigos, e demonstra seu descontentamento por Mardoqueu. Zeres e os amigos de Hamã sugerem que fosse construído uma forca para Mardoqueu, sugestão esta que foi prontamente atendida.

Capítulo 6 → O rei Xerxes, após o banquete, teve insônia, por isso foi chamado à sua presença os cronistas, estes leram o feito de Mardoqueu em favor do rei. Ao descobrir que Mardoqueu não havia sido recompensado, Hamã – que estava no pátio para pedir o enforcamento de Mardoqueu – foi chamado para sugerir uma forma de como honrar o homem que agradava ao rei. Toda a pompa sugerida por Hamã foi executada por ele mesmo ao homem que ele mais odiava: Mardoqueu. Hamã foi avisado pela esposa e amigos que aquele era o início de sua derrocada.

Capítulo 7 → O segundo banquete de Ester foi servido e o rei, ansioso, ouviu o pedido revelador de Ester. O quadro para Hamã mudou completamente. Ele foi exposto como um traidor do rei e violentador da rainha. Harbona aproveitou e delatou ao rei sobre a forca preparada para Mardoqueu. Furioso, o rei ordenou que Hamã fosse enforcado nela.

Capítulo 8 → Xerxes deu a Ester todos os bens de Hamã, Ester revelou que Mardoqueu era seu parente e o nomeou administrador desses bens. Pela 2ª vez, Ester entrou à presença do rei, dessa vez suplicando aos seus pés com lágrimas para que o rei revogasse o edito de extermínio dos judeus. O rei concedeu a Mardoqueu e a Ester a liberdade de escrever em seu nome o que desejasse, mas não podia revogar o edito. Mardoqueu escreveu aos judeus em todo império que se defendessem no dia 13 do 12º mês. Os povos do império, com muito temor dos judeus, se fizeram judeus.

Capítulo 9 → No dia do extermínio dos judeus, os inimigos que se levantaram para matar os judeus morreram – ao todo 75.510 inimigos. Nos dias 14 e 15 os judeus celebraram a vitória e ficou instituído em decreto nos registros reais o Purim, 2 dias de celebração pela conservação da vida dos judeus.

Capítulo 10 → O último capítulo do livro de Ester narra como o Império Medo Persa foi regido por Xerxes e Mardoqueu.

📖 Purim → O Purim vem da palavra Pur – a sorte lançada para a ruína dos judeus. Mas, como “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo o seu propósito.” (Rm 8:28). A sorte que foi lançada para a morte dos judeus, se transformou na sorte que trouxe vida, honra e proteção a eles. Por isso, se chama de Purim, o dia em que se comemora o livramento e vitória dos judeus sobre seus inimigos no tempo do Império Medo Persa. O Purim foi um decreto feito por Mardoqueu e Ester em 474 a. C. e é comemorado até hoje.

Respostas do Questionário

1. História de Ester:

Uma órfã, benjamita, exilada, bela e atraente, foi selecionada para o harém do rei Xerxes e escolhida para ser a rainha que substituiu Vasti. A rainha Ester interveio, por 2 vezes, salvando vidas, sob a orientação de Mardoqueu, uma em favor do rei, na conspiração dos traidores Bigtã e Teres, e outra em favor de si mesmo e de seu povo.

2. Local em que Ester morou na época e o país na atualidade:

Susã, capital de Elão, é hoje um sítio arqueológico, localizado ao sudoeste do Irã.

3. Significado do nome de Ester:

Ester era chamada de Hadassa, nome em hebraico que significa “Murta”, uma flor. “Ester” era seu nome de cativeiro, de origem persa, e significa “Estrela”.

4. Vida cotidiana de Ester:

• Papel nas Escrituras: O principal papel desempenhado por Ester foi o de salvar o povo judeu, com a ajuda de seu pai adotivo, Mardoqueu.

• Posição Social: Ela se tornou a rainha do Império persa. E pela graça e beleza concedida por Deus em sua vida, ela conquistou uma alta posição para si e para seu primo e pai adotivo Mardoqueu.

• Tarefas Diárias: A tarefa de uma rainha do Império Medo Persa era a de estar pronta para ser chamada pelo rei. Ela tinha servos e servas ao seu dispor e suas servas se tornaram servas do Deus dos judeus devido à influência de Ester. Como rainha, ela tinha que comparecer a eventos oficiais, banquetes e se submeter aos decretos e ordens reais.

5. Relacionamentos de Ester:

DEUS: No livro de Ester não encontramos o nome de Deus. Os judeus estavam subjugados, em cativeiro e certamente eram hostilizados e perseguidos. Contudo, o fato de Mardoqueu afirmar ser judeu e não se prostrar diante de Hamã e também de Ester convocar os judeus para jejuarem 3 dias e 3 noites por ela, percebemos que ali se tratava de uma menção implícita a Deus. Isto mostra um pouco do ambiente hostil em que viviam. O relacionamento de Ester com Deus foi representado pela sua submissão ao primo, sua fé e desprendimento nas palavras “Se perecer, pereci” (Et 4:16), bem como o decreto de gratidão por 2 dias seguidos. Ester foi uma mulher temente e submissa a Deus.

PAI: O nome do pai biológico de Ester é Abiail (Et 2:15); mas, o pai que a criou foi seu primo, Mardoqueu (Et 2:7). Ester e Mardoqueu possuíam um relacionamento de respeito, cuidado e amor.

ESPOSO: Rei Xerxes, ou Assuero, (Et 2:17-18), um esposo apaixonado.

FILHOS: A história extrabíblica afirma que Ester teve filhos com Xerxes, mas nenhum deles subiu ao trono.

PESSOAS ENVOLVIDAS: Vasti, a vilã, que acabou abrindo caminho para Ester; Hegai e Saasgaz, eunucos que cuidaram de Ester durante seus primeiros dias no harém e palácio; 7 servas de Ester; Hatá, servo de Ester; Hamã, o agagita, foi chamado de mau por Ester; Zeres, esposa de Hamã; os 10 filhos de Hamã: Parsandata, Dalfom, Aspata, Porata, Adalia, Aridata, Farmasta, Arisai, Aridai e Vaisata; amigos de Hamã e inimigos do povo judeu espalhados no Império Medo Persa; Harbona, o que delatou Hamã.

6. Testemunho de Ester para mim:

Ester representa a beleza da mulher feminina segundo o padrão divino: submissa, humilde, sábia e corajosa. Ela não pôde escolher com quem se casaria, era uma cativa num país estrangeiro, órfã de pai e mãe, mas era uma mulher de coração temente e grato. Ela tinha grande consideração ao seu pai adotivo e Deus deu a ela condições de recompensá-lo por tudo. Ester foi uma benfeitora dos judeus e até hoje seu nome é lembrado nas comemorações do Purim.

7. Virtudes de Ester:

  • Bela
  • Bondosa e benigna
  • Cheia de graça
  • Corajosa
  • Humilde
  • Inteligente
  • Obediente
  • Sábia
  • Temente

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BÍBLIA DE ESTUDO DA MULHER DE FÉ: Nova Versão Internacional. Editora Geral: Jean E. Syswerda. Tradução: Cecília Eller. São Paulo: Editora Vida, 2014.

CHAMPLIN, Russell Norman. DICIONÁRIO A-Z. São Paulo: Hagnos, 2001. Vol. 6.

CHAMPLIN, Russell Norman. O ANTIGO TESTAMENTO INTERPRETADO: VERSÍCULO POR VERSÍCULO: Ester. São Paulo: Hagnos, 2001. Vol. 3.

LISLAND. ESTER NA LINHA DO TEMPO. Disponível em: <https://lisdaiane.wordpress.com/2015/03/04/ester-na-linha-do-tempo/>.

MULHERES COMO EU: Ana

Esse 6º estudo sobre Ana faz parte da série “Mulheres Como Eu”, um estudo sobre 24 mulheres da Bíblia, idealizado por Karina Barber. Para mais informações de como participar desse estudo acesse o site do Cafezinho da Tarde.

📖 Versículos selecionados:

📖 1 Samuel 1 – 2

O 1º capítulo do livro de 1 Samuel, inicia com a narração de como Ana, esposa do apaixonado Elcana, obteve vitória sobre sua humilhação, pelo fato de ser estéril, após fazer um voto altruísta e cheio de fé – motivo de zombaria por parte de sua rival, Penina. No 2º capítulo encontra-se registrado uma linda canção, com inspiração divina e o cumprimento de seu voto. Ana e Elcana foram abençoados por Deus com mais filhos e filhas.

Ana tinha um esposo que a amava, apesar de ela não lhe gerar filhos. Não sabemos se, por causa disso, Elcana tomou outra esposa, Penina. Penina era fértil e deu muitos filhos e filhas a Elcana. Quando eles viajavam da cidade onde moravam, Ramá, para Siló, local onde estava o Tabernáculo, para as festas anuais, Elcana dava uma porção de alimento da melhor qualidade e em maior quantidade para Ana. Isso causava ciúmes em Penina, que irritava tanto Ana, por esta não ter filhos que Ana não conseguia provar de sua porção excelente. Ana, muito triste, orou ao SENHOR, e fez um voto de que se o SENHOR lhe desse um filho, ela o daria para servi-Lo para sempre. O sacerdote Eli de primeira a julgou mal, mas tendo entendido que Ana era uma serva de Deus, proferiu uma palavra de benção, a qual Ana segurou com toda sua fé. Nove meses depois o pequeno Samuel nasceu, Ana esperou o tempo de desmamá-lo para deixar seu filho à serviço de Deus. Todos os anos, Ana o presenteava com um éfode. Samuel se tornou um dos maiores juízes e profetas da Bíblia.

🙇‍♀️ O voto de Ana: foi realizado pelo motivo de sua infertilidade, ela precisava de um milagre urgente. O pedido foi bem específico: um filho do sexo masculino. O voto continha 2 promessas ao SENHOR:

  1. Entregar o filho ao SENHOR para o serviço integral no Tabernáculo.

  2. Nunca cortar o seu cabelo

Normalmente esses 2 costumes eram formas de consagração por um tempo de 1 ano no máximo, mas Ana estava fazendo a promessa para toda a vida do filho. Ela não sabia que Deus honraria mais ainda esse voto, não somente realizando o milagre de gerar vida, como transformando o filho de Ana em um dos maiores juízes e profetas de Israel. Esse voto poderia ser impedido pelo esposo de Ana, conforme Números 30, mas Elcana aceitou e o voto ficou validado.

🗨 As palavras de Ana antes e depois do milagre: Ana se descreve para o sacerdote Eli como uma mulher aflita, derramando a alma angustiada e cheia de tristeza diante do Senhor (1 Sm 1:15-16). Mas, quando foi entregar o pequeno Samuel nas mãos do sacerdote Eli, ela ergue sua voz em louvor a Deus e se descreve como uma mulher cujo coração está exultante de alegria, a força exaltada, a boca rindo de seus inimigos e a alegria perfeita na salvação que o SENHOR lhe oferecera. Na canção de Ana, ela exalta a santidade, bondade, soberania, poder, sabedoria de Deus e o adora como seu Salvador, Criador e Juiz Soberano. Em contrapartida, ela descreve a natureza humana como caída, depravada, louca, incrédula e rebelde.

Questionário

1. História de Ana

Ana era a primeira esposa de Elcana, muito amada por ele, apesar de ser estéril. Penina, a rival de Ana, a perturbava todos os anos que estavam adorando a Deus em Siló porque ela era estéril. Ana ficava tão triste que não conseguia comer a porção excelente que seu marido separava para ela. Entretanto, ela tomou uma decisão firme no coração de pedir ao SENHOR 1 filho e entregá-lo ao serviço integral a Deus. Essa decisão foi apoiada pelo esposo. O sacerdote Eli dispensou uma palavra de benção a Ana e ela confiando na Palavra voltou a comer alegre. Cerca de 3 anos depois, Ana e Elcana voltam ao templo com o pequeno Samuel, para entregá-lo para sempre a Deus. Ana entoou uma linda oração em gratidão a Deus, o sacerdote Eli abençoou o casal com uma palavra de benção para terem mais filhos e o SENHOR concedeu mais 5 filhos a Ana.

2. Local em que Ana morou na época e o país na atualidade

Ramataim-Zofim, da montanha de Efraim, ou Ramá, é identificada hoje como a aldeia “Nabi Samwil”, que significa “O Profeta Samuel”. Essa aldeia fica no topo de uma montanha, a 4km de Jerusalém.

3. Significado do nome de Ana

Seu nome significa “Graça”, “graciosa”. A “Graça” alcançou a graça do SENHOR de ser mãe.

4. Vida cotidiana de Ana

• Papel nas Escrituras: Ana perfaz o ícone perfeito de mãe. Seu desejo em ter um filho a consumia por inteiro, ela não sossegaria enquanto Deus não lhe respondesse. A influência de Ana sobre seu filho foi muito forte, ainda que seus encontros no restante da vida fossem anuais.

• Posição Social: Mulher honrada, esposa amada e mãe dedicada.

• Tarefas Diárias: Dentre as atividades diárias de Ana, se destaca as viagens anuais de Ramá para Siló. Para obedecer a ordem do SENHOR de comparecer no Tabernáculo, por pelo menos 3 vezes ao ano, eles caminhavam cerca de 25 a 30 km. Lá eles comiam reunidos em família, se alegravam diante de Deus, oravam e tinham contato com muitos amigos e irmãos.

5. Relacionamentos de Ana

DEUS: Amor e fé profundos em Deus, demonstrados pelo fervor e perseverança na oração e em sua canção de gratidão.

ESPOSO: Elcana a amava e ela o amava igualmente. O relacionamento de amor entre eles foi refletido na pessoa em que se tornou Samuel.

FILHO: Samuel e mais outros 3 filhos e 2 filhas. Dos 6 filhos de Ana e Elcana, somente conhecemos a história de Samuel, cujo nome significa “Deus ouve”, Samuel também aprendeu a ouvir Deus. A influência de Ana sobre Samuel foi maior que a influência de Eli e de seus filhos (com quem Samuel passava mais tempo). Notamos aqui que o curto período de tempo que seus pais tinham com o filho, conseguiam imprimir o temor e obediência a Deus.

PESSOAS ENVOLVIDAS:

Penina, a cruel rival, acabou sendo um meio doloroso de Ana suplicar por sua benção e fazer o voto ao SENHOR.

Eli, o sacerdote idoso, proferiu palavras de bençãos sobre Elcana e Ana, que foram aceitas por Deus.

6. Testemunho de Ana para mim:

Ana é um verdadeiro exemplo de mulher para mim. Ela não tinha vergonha nem receio de mostrar todo o seu sentimento diante de Deus. Quando estava triste ou feliz, o SENHOR a conhecia no íntimo e era conhecido dela. Certamente, foi dEle que ela aprendeu a ser altruísta, por isso o seu maior desejo ela prometeu entregar a Deus. O pedido de Ana se encaixou nos propósitos de Deus para beneficiar toda a nação de Israel. É dessa forma que também quero fazer meus pedidos ao SENHOR.

7. Virtudes de Ana:

  • Temente a Deus
  • Humilde
  • Cheia de fé
  • Perseverante
  • Mãe exemplar
  • Fiel
  • Altruísta

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BÍBLIA DE ESTUDO DA MULHER DE FÉ: Nova Versão Internacional. Editora Geral: Jean E. Syswerda. Tradução: Cecília Eller. São Paulo: Editora Vida, 2014.

CHAMPLIN, Russell Norman. DICIONÁRIO A-Z. São Paulo: Hagnos, 2001. Vol. 6.

CHAMPLIN, Russell Norman. O ANTIGO TESTAMENTO INTERPRETADO: VERSÍCULO POR VERSÍCULO: 1 Samuel. São Paulo: Hagnos, 2001. Vol. 2.

MACARTHUR, John. DOZE MULHERES NOTÁVEIS: Como Deus Formou Mulheres da Bíblia e o que Ele quer Fazer com Você. Traduzido por Elizabeth Stowell Charles Gomes. 2. Ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2014.

MULHERES COMO EU: Rute

Esse 5º estudo faz parte da série “Mulheres Como Eu”, um estudo sobre 24 mulheres da Bíblia, idealizado por Karina Barber. Para mais informação de como participar desse estudo acesse o site do Cafezinho da Tarde.

📖 Versículos selecionados:

📖 Rute 1 – 4

O pequeno livro de Rute, possui apenas 4 capítulos e narra uma grande e bela história de amizade entre Noemi e Rute, uma israelita e uma moabita. O livro se divide em 3 partes:

  1. Tragédia: A família israelita de Noemi busca alimento em Moabe. Chegando lá os 2 filhos de Noemi casam-se com moabitas. O esposo de Noemi e seus 2 filhos morrem.

  2. Luto: Noemi retorna a Israel acompanhada de sua nora Rute, que atestou ser uma serva de Deus. Elas estavam na pobreza e precisavam ser amparadas por alguém. Rute se oferece para trabalhar a fim de sustentar a si mesma e a sogra.

  3. Final feliz: Rute vai trabalhar nos campos de Boaz, que ampara ela e sua sogra, casando-se com Rute. O casal gerou a 1 filho que foi cuidado por Noemi como se fosse seu próprio filho. Boaz é ascendente de Davi e de Jesus, o que tornou Rute parente de Jesus.

Temas interessantes no livro de Rute:

💖 Amizade: A amizade entre Noemi e Rute é um exemplo de amizade entre cristãs. Esta amizade não se deve somente porque eram nora e sogra, mas devido ao coração das duas estarem convertidos ao SENHOR.

💖 Casamento por levirato: Quando um homem casado, morria sem filhos, o irmão dele era obrigado a se casar com a cunhada para que o filho primogênito dela fosse considerado filho do falecido. Uma cerimônia pública era realizada caso o cunhado se recusasse a cumprir sua obrigação, os pés dele eram descalçados, ele era cuspido e envergonhado publicamente, e a casa dele passava a ser chamada de “A Casa do Descalçado” (Dt 25:5-10).

💖 Moabitas: O casamento com estrangeiras era proibido por Deus (Dt 7:3-4) além disso, os moabitas estavam proibidos de entrarem na congregação do SENHOR (Dt 23:3-4), isso porque eles perseguiram Israel e o induziram a adorar seus deuses e a se prostituírem em Peor (Nm 25 e 31:16).

💖 Redenção: O tema mais importante do livro de Rute é a redenção. Boaz comprou as terras de Noemi e se casou com Rute dando prosseguimento à genealogia da família e tirando as duas mulheres da miséria e tristeza. Boaz é uma figura de Cristo, que nos salvou e nos livrou do poder do diabo e do pecado. Nós, somos como Rute e Noemi, que foram redimidas e tiveram a história transformada por causa do amor de Deus.

📖 Mateus 1:5

“E Salmom gerou, de Raabe, a Boaz; e Boaz gerou de Rute a Obede; e Obede gerou a Jessé; E Jessé gerou ao rei Davi”

Rute foi 1 das 5 mulheres alvos da graça divina que compuseram a genealogia de Jesus Cristo. Apesar de Rute ser uma moabita, de não poder se casar com um israelita, de não poder entrar na congregação divina, ela entrou na genealogia mais importante da história. Esse fato serve para mostrar que a salvação oferecida por Deus alcança justamente as pessoas mais desprezadas e sem esperança. Através de Jesus, Deus transforma a história trágica de uma pessoa e dá um final feliz e uma eternidade com Ele na glória.

📝 Questionário

1. História de Rute

A família de Noemi em Moabe (Rt 1:1-5): Elimeleque, Noemi e seus filhos, Malom e Quiliom, saem dos campos de Belém, por causa da fome, para os campos de Moabe. Lá Elimeleque morre, e Malom e Quiliom casam com mulheres moabitas, Rute e Orfa. Passaram 10 anos em Moabe, até que Malom e Quiliom morrem sem deixar filhos.

O retorno de Noemi e a ida da moabita, Rute, para Israel (Rt 1:6-22): Noemi ouve falar que em Belém havia pão, era a época da colheita de cevada, então ela volta acompanhada de sua nora, Rute. O povo da cidade a recepciona com grande alegria, mas Noemi estava amargurada. Eles tomaram conhecimento dos fatos tristes que acometeram a Noemi. Rute se inteira de como sobreviver em Israel e pede permissão para ser respigadora no campo que a permitissem entrar (Dt 23:25, 24:19).

Rute e Boaz (Rt 2 – 4): Caiu por sorte, a Rute, catar as sobras do cereal no campo de Boaz, homem que tinha parentesco com Elimeleque. Noemi traça um plano para tornar conhecido a Boaz sua responsabilidade de remidor. Boaz ciente dos fatos, resolve a questão, casa-se com Rute e Deus lhes concede um filho. O povo da cidade se alegra com a bênção de Noemi através de Rute. Noemi se torna a ama de Obede.

2. Local em que Rute morou na época e o país na atualidade

Rute nasceu em Moabe e depois se mudou para Belém de Judá, em Israel. A distância entre esses dois lugares é de aproximadamente 300 km.

Moabe era o país ocupado pelos descendentes de Ló com sua filha mais velha (Gn 19:37), à leste do Mar Morto. Hoje o local faz parte do território da Jordânia.

Belém Efrata, fica até hoje em Israel, próximo a Jerusalém, é uma antiga cidade, que fazia parte da tribo de Judá, cuja profecia assinalou o nascimento do Messias (Mq 5:2).

3. Significado do nome de Rute

“Companheira”, ou “Amiga da Beleza”, ou “Vistosa”.

4. Vida cotidiana de Rute

Papel nas Escrituras: O papel de Rute nas Escrituras foi um dos mais brilhantes e servem de modelo para as mulheres hoje. Incansavelmente, Rute serviu como esposa, nora e mãe. Sua disposição, humildade e obediência a tornaram uma das mulheres mais famosa da Bíblia.

Posição Social: Era estrangeira, viúva e pobre. Sua fé em Deus não a deixou entrar em depressão, antes a direcionou a um novo patamar. Rute se tornou esposa de um príncipe de Israel.

Tarefas Diárias: Como esposa moabita, Rute cuidava da casa e do esposo e tinha um forte vínculo com sua sogra, dessa amizade ela se converteu ao SENHOR. Como viúva, Rute acompanhou Noemi até Belém numa viagem a pé. Em Israel Rute cuidou de sua sogra, para tanto, ela se deslocava da cidade para a zona rural e trabalhou como respigadeira (mulher que cata as sobras da colheita que foram deixadas pelos ceifeiros no chão). Como esposa de Boaz, Rute cuidava de seu esposo e mais tarde se tornou a mãe de primeira viagem do menino Obede. Noemi a ajudou na tarefa de criar o bebê, se tornando a ama de Obede.

5. Relacionamentos de Rute

DEUS: O Deus de Israel foi apresentado a Rute por Noemi. Rute abandonou seus deuses moabitas e passou a servir unicamente a Deus (Rt 1:16).

FAMÍLIA: Família moabita, descendente do filho de Ló com sua própria filha, Rute abandonou seu pai e sua mãe para cuidar de sua sogra Noemi em outro país (Rt 2:11).

ESPOSO: Malom e Boaz. Malom foi o primeiro esposo de Rute, quando morava em Moabe, um judeu que faleceu antes de gerar um filho. Boaz e Rute tiveram um relacionamento pautado no respeito, nos princípios divinos e com a benção dos anciãos e mulheres de Judá se casaram. Dessa união Deus concedeu 1 filho, chamado Obede.

FILHO: Obede, avô de Davi. Único filho de Rute e Boaz, cuidado pela ama Noemi.

PESSOAS ENVOLVIDAS: Elimeleque, sogro de Rute (Rt 1:1-2,5); Malom, cunhado de Rute (Rt 1:2,4; 4:10); Orfa (Rt 1:4,14,15; 4:10); o parente Remidor (Rute 3:12; 4:1); o povo de Belém (Rute 1:19); 10 anciãos de Belém (Rute 4:2,11e12); as mulheres de Belém (Rute 4:14).

6. Testemunho de Rute para mim:

Rute deixou um legado de fé, esperança e humildade. Ela é prova de que Deus cuida de todo aquele que atesta servi-lo. Deus abençoou Rute, mesmo sem ela ter expectativas de receber algo da parte dEle, isso porque ela o servia sem exigir nada em troca. Deus honrou sua fidelidade e despretensão cercando-a de cuidados, ajudando-a nos momentos mais difíceis e colocando-a em posição de destaque diante de todo o Israel.

7. Virtudes de Rute:

  • Simples
  • Misericordiosa: Se apegou à sogra (Rt 1:14)
  • Firme: estava de todo resolvida (Rt 1:18)
  • Cheia de fé: escolheu ser do povo de Israel e servir ao seu Deus (Rt 1:16-17)
  • Tinha iniciativa: Se inteirou de como trabalhar em Belém (Rt 2:2)
  • Submissa: Pediu permissão para trabalhar no campo a Noemi (Rt 2:2)
  • Esperançosa: acreditava que alcançaria favor de alguém (Rt 2:2)
  • Modesta: Não esperava grandes coisas (Rt 2:10)
  • Humilde: Se prostrou diante de Boaz (Rt 2:10)
  • Grata: Agradeceu ao seu benfeitor (Rt 2:13)
  • Generosa: Guardou o alimento que havia recebido de Boaz e repartiu o ganho do que havia colhido no campo com Noemi (Rt 2:18)
  • Obediente: obedeceu a tudo que Noemi lhe falou (Rt 3:5)
  • Prudente: saiu da eira antes que alguém a visse (Rt 3:14)
  • Amorosa: “tua nora que te ama […] te é melhor que sete filhos.” Rute 4:15

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